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Bochechar com o óleo de girassol PDF Imprimir E-mail

[*] Pelo Dr.. F. Karach

 

ImageDo relatório do Dr. F. Karach, um participante do Congresso de Cancerologia e Bacteriologia da Ucrânia, no qual foi explicado um método incomum e muito simples de cura para o corpo humano com a ajuda do óleo vegetal de girassol. Os resultados desse processo de cura provocam admiração e dúvidas sobre o conteúdo de seu relatório. Mas, após um exame mais detalhado de sua terapia com o óleo, qualquer um pode se convencer dos argumentos dele e experimentar os efeitos em seu próprio corpo.

É mais do que impressionante que um método de cura tão simples possa produzir um sucesso tão grande para a saúde, tanto no tratamento quanto na cura de doenças "nas quais se pode até evitar cirurgias ou ingestão de medicamentos de vários tipos com seus efeitos colaterais tão prejudiciais".

Dr. Karach continua expondo que, na verdade, o princípio da cura está principalmente na maneira como ela é feita, isto é, em saborear e bochechar o óleo na cavidade bucal. O resto da cura é feita pelo próprio organismo humano. Desse modo, é possível que, ao mesmo tempo, todas as células e tecidos do corpo se regenerem juntos. Com isso, impede-se o extermínio da flora bacteriana e, consequentemente, os estragos no organismo. Do contrário, o equilíbrio do organismo é enfraquecido e, como consequência final, fica diminuído o seu tempo de vida. O ser humano vive, praticamente, só a metade dos anos que poderia viver. Ele poderia muito bem atingir 140 ou 150 anos.

ImageCom esse método, dores de cabeça, bronquite, dores de dente, trombose, doenças sanguíneas crônicas, artrose, paralisia, eczemas, úlcera no estômago, doenças intestinais, dores nos rins e no coração, encefalite e doenças femininas, foram totalmente curadas. Como profilaxia, a formação de tumores letais é impedida e eles também são curados, assim como, doenças sanguíneas crônicas, paralisia, doenças nervosas, estomacais, pulmonares e de fígado e a doença do sono epidêmica.

O método aqui apresentado cura o organismo por inteiro e funciona também como preventivo nos casos de tumores e enfartos. Com esse método, consegui curar minha doença sanguínea crônica, com a qual convivi durante 15 anos e curei também minha artrose.

 

MODO DE USAR

Coloca-se na boca uma colher de óleo (no máximo, uma colher de sopa e, no mínimo, uma colher de chá). Esse óleo vai ser trabalhado na boca, sem pressa e sem esforço. Faz-se bochechos com o óleo, de boca fechada, durante 15 a 20 minutos. O óleo não deve ser engolido de jeito nenhum. A princípio o óleo deve estar pastoso, mas depois vai ficando mais fluido. Quando a boca estiver bem cheia de líquido, cospe-se tudo. O líquido que sai tem que estar branco como leite. Se ainda estiver amarelo é sinal de que se bochechou por pouco tempo. Depois de cuspir, lave a boca várias vezes com água corrente e escove os dentes. O líquido branco que foi cuspido está cheio de veneno (no sentido figurado), de tal forma que a pia ou o lavatório onde se cuspiu o líquido tem que ser bem lavado. É melhor, então, cuspir no vaso sanitário e dar descarga!

No líquido cuspido, encontra-se uma quantidade imensa de bactérias, vários tipos de micróbios patogênicos e outras substâncias prejudiciais à saúde. Se nós formos examinar uma gota deste líquido num microscópio que aumenta 600 vezes, veremos uma série de fibras se movimentando. Essas fibras são exatamente os micróbios em estágio inicial de desenvolvimento, não permitindo que se atinja um estado de saúde permanente. Um dos efeitos mais acentuados é o fortalecimento dos dentes bambos; acaba com sangramento das gengivas e os dentes se tornam mais brancos.

É melhor fazer esse bochecho com o óleo de manhã cedo, ao se levantar e sem ter lavado o rosto e escovado os dentes, isto é, antes de tomar o café da manhã. Se quiser apressar o processo de cura, pode-se repetir o processo três vezes ao dia, antes das refeições e com o estômago vazio. A única coisa que acontece é o aceleramento do processo de cura e não há prejuízo à saúde.

Esse tratamento deve ser mantido até que: a) o organismo volte a ter sua fortaleza original; b) você volte a ter sono tranquilo; c) ao acordar não sinta fadiga nenhuma; d) os olhos devem estar sem olheiras; e) um apetite saudável, um bom sono e uma memória sem problemas voltem a existir.

É bom salientar que, no princípio, pode aparecer uma piora aparente, especialmente nos pacientes que sofrem de várias doenças ao mesmo tempo. Esse sentimento (sic) aparece, principalmente, quando os focos de infecção começam a desaparecer ou quando um foco de infecção inflamado começa sobre outro foco, que, no futuro, iria se converter numa doença perigosa.

Não há, entretanto, por causa disso, nenhum fundamento para interromper o tratamento, mesmo que apareça febre. Uma piora significa apenas que a doença está desaparecendo e o organismo está se recuperando. A cura em si acontece durante o bochechar com o óleo, e quantas vezes por dia se quer aplicar o tratamento, fica por conta da decisão de cada pessoa. Doenças súbitas demoram de dois a quatro dias para serem curadas. Doenças crônicas demoram até um ano para serem curadas. Não interrompa o tratamento até conseguir a cura. (Tradução por Cleuza During, baseada no texto publicado na revista “Natur und Medizin” - Nº 1 - jan/fev - 1993 - Página 8, Endereço: Am Nichaelshof 6.5300 - Bonn 2 – Alemanha, 14 de março de 1993).

[*] Da Academia de Ciências da Rússia.

 

Depoimentos

“Há três anos, eu sofria de um eczema vermelho e dolorido, que se estendia como uma marca feia do nariz à boca. A marca não melhorava com nenhum tipo de medicação. Quando li o artigo sobre o óleo de girassol na primeira circular desse ano, comecei imediatamente a bochechar com o óleo. Na terceira manhã, estava me olhando no espelho para me pentear e não acreditei no que vi: o eczema havia desaparecido por completo e até hoje não voltou.”

 

“Agora se passaram seis semanas e os milagres continuam. Durante mais de 30 anos, tive que consultar um médico, na primavera e no outono, por causa de uma sinusite, muitas vezes acompanhada de uma forte febre. Fazia inalações, gargarejos e recebia tratamento ultravioleta. Outras vezes, ficava acamada. Seis semanas após a terapia com óleo, tudo desapareceu. Os lenços não estão mais repletos de muco e manchas escuras e até a bronquite desapareceu. Realmente não estou exagerando, e gostaria que soubessem da minha profunda gratidão pela publicação do artigo."

 

"Há alguns anos, duas freiras alemãs foram para a Rússia trabalhar com freiras polonesas em um grande centro industrial. Em seu relatório, a Casa Mãe, mencionaram um costume estranho: antes de cada uma das três refeições, era obrigada a "mastigar" o óleo de girassol durante 15 minutos. Não gostavam nada desse costume, que consideravam absurdo. Um ano mais tarde, mandaram novo relatório. Dessa vez, mencionaram novamente o óleo de girassol, mas de forma mais positiva. Ficaram abismadas ao perceber que muitos problemas de saúde haviam desaparecido e ambas estavam se sentindo fortes e saudáveis apesar do trabalho pesado. Atribuíram tudo isso ao óleo de girassol, tão valorizado pela população local.”

 

“Logo após a publicação do primeiro artigo sobre curas com o óleo de girassol, comecei com essa terapia. Parece incrível, mas, há anos, não tenho mais nenhum resfriado ou gripe.”

 

“Há dois anos, estou bochechando diariamente com óleo de girassol durante 15 minutos ao levantar. Resultado: há anos, vivo sem resfriado, tosse, dor de garganta ou sinusite. Não tenho mais medo de andar de ônibus ou trem repleto de passageiros tossindo.”

 

“Há 20 anos, estava sofrendo de um eczema no canal do ouvido. Muitas vezes, a coceira era tão intensa que eu coçava até sangrar; outra escorria uma secreção mal-cheirosa do ouvido. A cada quatro semanas, era preciso ir ao otorrino para fazer uma limpeza no canal. Nos últimos anos, ainda apareceu um zumbido no ouvido. A lavagem, as pomadas e eventual irradiação só ajudavam durante quinze dias. Motivada por inúmeros depoimentos, decidi então bochechar a cada manhã com óleo de girassol – uma colher de sopa durante 20 a 30 minutos. A coceira acabou após quatro dias apenas e, aos poucos, o canal ficou completamente liso. Durante a consulta seguinte, o otorrino comentou: “Não entendo, mas o ouvido está completamente curado. O que foi que a senhora fez?””

 

“Um amigo nosso teve um eczema muito grave no dorso da mão. Durante muito tempo, ia de médico em médico. Começou a bochechar com óleo e após seis semanas, a erupção desapareceu para nunca mais voltar.”

 

“Estou bochechando desde 1993 e, após um ano, percebi que nunca mais tive câimbras na barriga da perna e nos pés.”

 

“Há dois anos, estou bochechando durante o inverno duas a três vezes ao dia. Desde então, meus brônquios não são mais afetados, não preciso mais usar spray ou medicamentos.”

 

"Há dois anos, bochecho regularmente com óleo de girassol. Antes disso, tinha um resfriado e gripe atrás do outro, apesar de me alimentar bem, praticar esporte, banhos alternados e sauna. Após os bochechos, não tive mais infecções respiratórias e, além disso, desapareceu o sangramento das gengivas, minha pele está mais limpa e pequenas feridas saram mais depressa. Também sinto que o bochecho tem um efeito calmante quando estou muito estressada e, em pouco tempo, desaparecem os sintomas psicossomáticos no estomago e intestino. Gostaria que isso servisse de incentivo para todos que ainda não provaram os bochechos.”

 

“Há dois anos e meio, estou bochechando regularmente e, desde então, minha bronquite de que sofria várias vezes por ano nunca mais apareceu. Também os meus problemas na gengiva desapareceram por completo.”

 

O dentista John E. Waters observou que existe uma relação entre tumores malignos e tártaros nos dentes: em 20 anos de profissão, ele não encontrou nenhum caso câncer isento de tártaro nos dentes. Todos os casos de câncer e diabete vinham acompanhados de forte tártaro, o que pode servir de sinal de alarme.

 

“Quando li a respeito do óleo de girassol, comecei imediatamente a bochechar por causa de sangramentos na gengiva e problemas circulatórios. Ambos melhoraram e há dois meses também a dor nas costas diminuiu muito: posso me virar à vontade na cama e levantar com facilidade. Sinto-me melhor do que há muitos anos.”

 

“Meu dentista ficou muito admirado que meu tártaro praticamente desapareceu. Problemas crônicos levam mais tempo para melhorar. As hemorróidas desapareceram após nove meses. Minha pele ficou limpa após um ano, as varizes diminuíram e os problemas de insônia desapareceram. Após um ano, minha pressão sanguínea, muito baixa, ficou normal. É importante perseverar. Todos os meus amigos que perseveraram melhoraram a saúde.”

 

“Comecei a bochechar bastante descrente, mas logo após as primeiras aplicações desapareceu o zumbido dos ouvidos que, muitas vezes, havia chegado ao limite tolerável. Somente aquele que já sentiu essa tortura pode imaginar meu alivio. Além disso, desapareceram os problemas nos brônquios e melhorou meu reumatismo. Estou me sentindo muito bem.”

 

“Há um ano, as dores em meu joelho direito haviam aumentado tanto que, durante três dias, não pude levantar. Comecei imediatamente com a terapia do óleo e, após duas semanas, melhorei muito. Tive medo de que a melhora fosse apenas passageira, mas até hoje as dores não voltaram.”

 

“Também tenho uma tia de 87 anos que há muito tempo só podia se locomover com muita dor e apoiada em uma bengala para andar os 300 metros até a minha casa. Também para ela parece um milagre: caminhando sem bengala e me acompanha à cidade para fazer compras.”

 

“Conheço três pessoas que curaram as dores no ombro e uma que deixou de ter dores no joelho. Eu mesma curei a minha dor crônica no cóccix. Durante as férias, não bochechei e as dores voltaram. Ao retornar, recomecei a bochechar e as dores tornaram a desaparecer. Isso, para mim, é uma prova da eficácia do óleo.”

 

“Há mais de quatro anos, estou bochechando regularmente de manhã. É impossível comparar meu estado atual de saúde com a época anterior, quando constantemente estava resfriada, com dor de garganta, tosse, sinusite, sangramento na gengiva, tonturas e fraqueza. Tudo isso desapareceu e estou feliz de viver sem medo alguns desses problemas.”

 

“Estou bochechando há algum tempo, e a asma e a bronquite melhoraram.”

 
Saiba qual o melhor tipo de grama para seu terreno PDF Imprimir E-mail

Muitas vezes, a grama que você conhece ou ouve falar não é a melhor para seu terreno ou jardim. Isso porque o clima, tamanho do terreno e o tipo de uso pretendido devem ser bem definidos na hora de escolher a grama que vai deixar seu jardim mais bonito.

Há diversos tipos de gramas na natureza. As mais usadas são batatais, bermudas, coreana, esmeralda, preta, São Carlos e Santo Agostinho. Conheça as características das gramas mais usadas.

 

ImageSão Carlos (Axonopus afinis): também conhecida como grama curitibana, grama tapete ou grama de folha larga, de acordo com a região de produção e comercialização. Possui folhas largas, lisas e sem pêlos. É de cor verde intensa e se desenvolve tanto no sol, como em locais semissombreados, úmidos ou rochosos. Ideal para climas quentes e frios, desenvolve-se de forma acentuada no verão. O crescimento ascendente dela é pouco intenso, porém forma um gramado denso. Deve ser irrigada nas épocas de estiagem e cortada sempre que ultrapassar a altura de 2 ou 3 centímetros, sendo que, se não podada, pode chegar a 20 centímetros. Detalhe: deve ser podada mais ou menos de dez em dez dias.

Vale ressaltar que é a grama mais utilizada em todo Brasil, tem boa resistência ao pisoteio, pragas, doenças e geadas. Pode ser utilizada em jardins residências, comerciais, beiras de piscinas e casas de campo e praia, isso graças à sua fácil adaptação a qualquer clima.

 

ImageEsmeralda: também conhecida como grama Wild Zoysa, possui folhas estreitas, de cor verde acinzentado. Desenvolve-se muito bem em climas quentes, é pouco resistente à geada. A grama esmeralda possui ótima resistência ao pisoteio leve. Isso devido ao grande desenvolvimento das raízes. Mas não cresce muito para cima, facilitando a manutenção. Sendo assim, requer pouca poda. Infelizmente, não é muito exigente quanto à fertilidade do solo. Para manter a coloração intensa, é preciso adubar frequentemente. Detalhes: pode chegar a 15 centímetros, porém deve-se cortar sempre que a altura superar 3 centímetros. Essa grama pede adubação frequente e não tolera sombra.

Pode ser utilizado em jardins residenciais, comerciais, industriais, praças e campos para a prática de esportes diversos, sempre a pleno sol. É boa também para terrenos no litoral. Vai muito bem entre placas de pedra.

 

ImageBatatais (Paspalum Notatum Flugge): também conhecida como grama forquinha ou mato-grosso. Possui folhas estreitas, de cor verde claro, geralmente dura e ligeiramente pilosa. Resiste bem às secas e pisoteio, evita a ação da erosão e forma gramados densos e baixos. Apesar da resistência, a grama batatais precisa de muito sol. Deve ser plantada a pleno sol, pois não resiste à sombra. Pode chegar a altura de 30 centímetros, mas deve ser cortada sempre que ultrapassar 3 centímetros. Como necessita de muito sol, também é indicada para parques para a prática de esportes diversos, campos de futebol, taludes, praças, casas de praia e beira de rodovias.

 

ImageBermudas (Cynodum dactylum): também conhecida como grama-seda. É caracterizada por folhas estreitas, crescimento rápido, cor verde viva e o mais curioso é que, apesar de ser muito macia, regenera-se rapidamente quando submetida a maus tratos. Indicada para barrancos e locais pedregosos. O crescimento rápido e deve ser cortada sempre que sua altura for superior a 2 centímetros. E para se manter viçosa, necessita de suplementação anual de matéria orgânica. Não se esqueça de que deve ser cortada e adubada pelo menos duas vezes por ano.

A grama bermuda tem alta resistência ao pisoteio, é indicada para todo o tipo de "playgrounds", campos de futebol, golfe, pólo, tênis, etc. Macia, é resistente a pragas e pisoteio, tem alto poder de regeneração. Resiste à estiagem. Gosta de sol, mas vai bem na sombra parcial.

 

ImagePreta (Ophiopogon japonicus): também conhecida por grama-japonesa ou pêlo de urso. Embora não seja especificamente um tipo de grama, já que pertence à família das liláceas e não das gramíneas, ela é muito usada como forração em áreas de sombra total ou parcial. É caracterizada por folhas lineares, finas, verde-escuras e recurvadas. Não necessita de corte, porém, o cultivo dela deve ser feito em terra enriquecida com húmus, de boa drenagem e irrigada frequentemente. É bastante utilizada em sombra. Indicada somente para bordadura e forração, porque não suporta pisoteio. Muito usada para bordadura de canteiros, declives ou áreas sombreadas.

 

ImageSanto Agostinho: também conhecida como inglesa, imperial ou da costa. Nativa da flora litorânea brasileira, tem folhas de largura e comprimento médios, lisas e sem pêlos. É de um verde ligeiramente claro e resiste às secas, geadas, pragas e doenças. Ambienta-se bem sob o sol ou meia sombra. Destaque-se que vai bem em terrenos salinos e arenosos. É ideal para jardins residenciais, casas de campo, praia e áreas industriais. (Fonte: www.fazfacil.com.br)

 
Presenteie sua mãe com a beleza das orquídeas PDF Imprimir E-mail

ImageSe você ainda está em dúvida sobre o que vai dar de presente no Dia das Mães, o Grupo Shopping Garden tem uma sugestão que vai agradar em cheio. Que tal fazer diferente este ano e oferecer à sua mãe um belo vaso com uma linda orquídea? Com certeza, ela vai adorar um presente tão gracioso. Afinal, todo mundo se rende à beleza dessa flor que deixa qualquer ambiente mais alegre e sofisticado.

O bacana é que há orquídeas de diversos tipos, cores e tamanhos, uma mais bonita que a outra. No Shopping Garden, por exemplo, você pode encontrar as do tipo Phaleanopsis e Oncídeo, esta última mais conhecida como chuva de ouro. Ambas, ficam bem em qualquer tipo de ambientação. Podem ser colocadas em vasos de porcelana chinesa ou em brancos, verdes e azuis turqueza, de acordo com a decoração dos espaços.

E se você cuidar bem da orquídea, poderá tê-la por muito mais tempo. É o que ensina a arquiteta e paisagista Anarlene Ribeiro, proprietária do SG. Segundo ela, para mantê-la sempre bela, são necessários alguns cuidados especiais. Assim, a depender da espécie, as orquídeas podem dar floradas exuberantes a cada ano, sendo cultivadas em qualquer estação. “Técnicas simples farão com que seus exemplares venham a produzir belas floradas”, garante Anarlene.

Para que as orquídeas continuem saudáveis, Anarlene ensina que elas devem ser reenvasadas, em média, a cada dois anos. Isso porque a decomposição do substrato faz com que ele fique cada vez mais pobre em nutrientes. O recomendável, nesse caso, é usar sempre vasos do mesmo tamanho ou trocar a planta para um recipiente maior – se ela tiver crescido. “Essas plantas gostam de ficar apertadinhas no vaso”, reforça ela.

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